sábado, 17 de março de 2012

I-Doser: (Drogas Digitais) Interferência nas ondas Cerebrais


I-doser é um programa de computador que produz “doses” de ondas sonoras, que procura interferir nas ondas cerebrais do usuário, simulando o efeito de várias drogas reais em seres humanos. As doses devem ser compradas, e o uso delas é limitado, não sendo possível o seu re-uso depois de algumas doses. Foi desenvolvido através de uma técnica conhecida como ondas binaurais, que emite sons que alteram a freqüência do cérebro. As doses mais conhecidas são Gate of Hades e Hand of God, tendo alta repercussão na internet. Há também amostras grátis de doses no site.

EFEITOS
No primeiro momento, o som emitido tende a incomodar até surtir o efeito esperado. Cada "dose" varia de 5 a 60 minutos para que o usuário possa, de fato, atingir a dose desejada. Os efeitos variam de cada dose. As doses Aphrodisiac e Orgasm por exemplo, procuram aumentar o desejo sexual do usuário, enquanto a dose Brain+ visa melhorar a capacidade mental, provocando pensamentos profundos e intensos. Para que não haja interferência, é necessário escutar em um ambiente calmo e com pouca iluminação, sob o uso de fones de ouvido stereo. Caso o usuário não atenda essas recomendações pode não ter o efeito desejado.

ONDAS BINAURAIS
O I-doser funciona usando sons chamados de ondas binaurais, usadas apenas em fones de ouvido. São duas frequências quase iguais, uma em cada lado do fone, que geram uma terceira frequência. Usando um exemplo matemático, se um fone produz uma frequência de 400 hertz e o outro de 410, a terceira frequência seria ouvida em 10 Hz.
Foi descoberto em 1839 pelo físico e meteorologista prussiano Heinrich Wilhelm Dove, mas somente ganhou popularidade e reconhecimento científico no final do século XX, quando surgiram os rumores de que o uso das ondas binaurais poderia induzir relaxamento, criatividade e outros efeitos no cérebro. No entanto, a ciência das frequências binaurais é muito recente, nunca antes fora estudada por completo.

CONTROVÉRSIAS
Alguns usuários que provaram do I-doser e até os que não provaram dizem que toda a ideologia e ciência do programa e das ondas binaurais não passam de um Placebo. Não há nenhum estudo que comprove isso, e vice-versa. Sobre a questão da dependência, já que ocorre nas drogas reais, neurologistas afirmam que não há possibilidades de dependência, porém que deve ser usado com cautela: existe um alerta sobre a possibilidade de que, com o tempo, as drogas digitais possam provocar disfunções cerebrais.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/I-Doser

sexta-feira, 16 de março de 2012

IMPORTANTE! (Ato Médico)




Projeto ainda deve passar por duas comissões no Senado. Vamos nos mobilizar para que ele seja modificado
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal aprovou no dia 8 de fevereiro de 2012 o Projeto de lei do Ato Médico, que trata do exercício da Medicina. Os senadores acolheram o relatório de do senador Antonio Carlos Valadares, que modificou o substitutivo aprovado pela Câmara. O texto precisa ainda passar pelas comissões de Educação (CE) e de Assuntos Sociais (CAS) antes de ir a Plenário. Veja abaixo o quadro comparativo das redações propostas anteriormente para o projeto e a aprovada pela CCJ.
Os dez anos de tramitação do projeto no Congresso revelam a dimensão das disputas em torno da matéria, que determina atividades privativas dos médicos. Apresentado originalmente pelo então senador Benício Sampaio, em 2002, o projeto já saiu do Senado, em 2006, na forma de substitutivo da relatora na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), senadora Lúcia Vânia. Enviado à Câmara, foi novamente modificado e voltou ao Senado como novo substitutivo, em outubro de 2009, quando passou então a tramitar na CCJ.
Para chegar à aprovação na comissão, Valadares rejeitou algumas modificações polêmicas feitas pelos deputados e resgatou medidas contidas no substitutivo de Lúcia Vânia. O relator, por exemplo, manteve como privativa dos médicos a "formulação de diagnóstico nosológico", para determinar a doença, mas retirou essa exclusividade para diagnósticos funcional, psicológico e nutricional, além de avaliação comportamental, sensorial, de capacidade mental e cognitiva.
As modificações realizadas pelo senador Valadares foram muito positivas para os demais profissionais da saúde, já que ele manteve o texto aprovado anteriormente pelo Senado, que é melhor do que o texto da Câmara. Mas ainda tem pontos polêmicos que precisam ser modificados. O grande problema do projeto continua sendo dar aos médicos o direito exclusivo de fazer o diagnóstico das doenças e a respectiva prescrição terapêutica. Se aprovado dessa forma, o Conselho Federal de Medicina (CFM) poderá entrar com várias medidas judiciais proibindo os profissionais da saúde de atender seus pacientes, sem uma prescrição médica. Isso acabaria com o livre acesso da população aos serviços desses profissionais. Assim, para consultar e/ou ser tratado por um fisioterapeuta ou terapeuta ocupacional, o cidadão teria que primeiro passar por uma consulta médica. Além de afrontar a autonomia dos profissionais da saúde, essa lei aumentaria os gastos com saúde e deixaria milhões de brasileiros sem a assistência direta desses profissionais.
Para evitar o corporativismo do CFM é preciso uma alteração, fundindo o parágrafo 6º e 7º do artigo 4º, conforme proposto pelos senadores Luiz Henrique da Silveira e Randolfe Rodrigues e não acatado pela CCJ. Assim, o texto passaria a ter a seguinte redação: O disposto neste artigo não se aplica ao exercício da Odontologia, no âmbito de sua área de atuação, devendo ser aplicado de forma que sejam resguardadas as competências próprias das profissões de assistente social, biólogo, biomédico, enfermeiro, farmacêutico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, nutricionista, profissional de educação física, psicólogo, terapeuta ocupacional, e técnico e tecnólogo de radiologia.”
Junte-se ao Coffito e aos Crefitos e solicite aos senadores que modifiquem este artigo. Assim, todas as profissões da saúde serão contempladas.


FAÇA SEU MANIFESTO AQUI! http://www2.pol.org.br/main/manifesto_ato_medico.cfm





Fonte:http://www.atomediconao.com.br/

terça-feira, 13 de março de 2012

O que é Droga e suas Classificações



O que é Droga?
Droga é toda e qualquer substância, natural ou sintética que, introduzida no organismo modifica suas funções. As drogas naturais são obtidas através de determinadas plantas, de animais e de alguns minerais. Exemplo a cafeína (do café), a nicotina (presente no tabaco), o ópio (na papoula) e o THC tetrahidrocanabiol (da cannabis). As drogas sintéticas são fabricadas em laboratório, exigindo para isso técnicas especiais. O termo droga, presta-se a várias interpretações, mas ao senso comum é uma substância proibida, de uso ilegal e nocivo ao indivíduo, modificando-lhe as funções, as sensações, o humor e o comportamento.
As drogas estão classificadas em três categorias: as estimulantes, os depressores e os perturbadores das atividades mentais. O termo droga envolve os analgésicos, estimulantes, alucinógenos, tranquilizantes e barbitúricos, além do álcool e substâncias voláteis. As psicotrópicas, são as drogas que tem tropismo e afetam o Sistema Nervoso Central, modificando as atividades psíquicas e o comportamento. Essas drogas podem ser absorvidas de várias formas: por injecção, por inalação, via oral, injeção intravenosa ou aplicadas via rectal (supositório).


Classificação:
Drogas estimulantes do sistema nervoso central: 


Estas substâncias aumentam a atividade cerebral, uma vez que imitam ou cooperam com os neurotransmissores estimulantes do organismo do indivíduo, como a epinefrina e dopamina. Assim, dão sensação de alerta, disposição e resistência, mas que, ao fim de seus efeitos, conferem cansaço, indisposição e depressão, devido à sobrecarga que o organismo se expôs.

Algumas delas são: 
nicotina
cafeína
anfetamina
cocaína
crack
merla


Drogas depressoras do sistema nervoso central: 

Tais drogas apresentam uma diminuição das atividades cerebrais de seu usuário, deixando-o mais devagar, desligado e alheio; menos sensível aos estímulos externos.

Algumas delas são: 
álcool
inalantes/solventes
soníferos
ansiolíticos
antidepressivos
morfina


Drogas perturbadoras do sistema nervoso central: 


São aquelas drogas cujos efeitos são relativos à distorção das atividades cerebrais, podendo causar perturbações quanto ao espaço e tempo; distorções nos cinco sentidos e até mesmo alucinações. Grande parte destas substâncias é proveniente de plantas, cujos efeitos foram descobertos por culturas primitivas, associando as experiências vivenciadas a um contato com o divino.

Algumas delas são:

maconha
haxixe
ecstasy
cogumelo
LSD
medicamentos anticolinérgicos. 
Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia

Quadro geral de classificação dos diferentes tipos de drogas:


ESTIMULANTESDEPRESSORASPERTURBADORAS
naturais
  • cocaína
  • cafeína
  • nicotina
  • álcool
  • opiáceos
maconha
ayauasca
cogumelo
sintéticos
  • anfetaminas
  • sedativos
  • ansiolíticos
  • antidepressivos
  • inalantes
  • LSD
  • esctasy



"Sexo, drogas e rock'n'roll, livre-se das drogas e você terá bastante tempo para os outros dois".  Steven Tyler

Fontes:http://www.mundoeducacao.com.br/drogas/classificacao-das-drogas.htm http://www.espirito.org.br/portal/artigos/diversos/drogas/a-prevencao-03.html

sexta-feira, 9 de março de 2012

Síndrome do Pânico ou Transtorno do Pânico.



A maioria das pessoas não tem o que se chama Síndrome do Pânico ou Transtorno do Pânico, mas sim “apenas” Ataques de Pânico.
O Transtorno do Pânico, ou Síndrome do Pânico não é uma doença do seu cérebro, nem por falta nem por excesso de Serotonina, é uma reação a uma situação difícil que tem uma saída emocionalmente difícil.
              




1) Sintomas mais comuns da Síndrome do Pânico ou Transtorno do Pânico (claro que a maioria das pessoas não tem todos eles, só alguns):
  • Taquicardia
  • Pressão na cabeça
  • Sudorese
  • Falta de ar
  • Tremor
  • Fraqueza nas pernas
  • Ondas de frio ou de calor
  • Tontura
  • Sensação de que o ambiente está estranho, que a pessoa “não está lá” , que parece que está vivendo um filme, que parece que não sabe se está acordado ou sonhando (isso se chama desrealização e despersonalização e não tem nada a ver com loucura, não se preocupe)
  • Medo de desmaiar
  • Medo de ter um infarto
  • Medo de "ficar louco"
  • Medo de engasgar com alimentos
  • Crises noturnas de acordar sobressaltado com o coração disparando e com sudorese intensa
  • Pensamentos obsessivos de que poderiam ter doenças graves mesmo que todos os exames sejam normais
  • Pensamentos obsessivos se atirar de uma janela, machucar alguém ou se machucar
  • Esses pensamentos se chamam Pensamentos Obsessivos porque a pessoa sabe que não fazem sentido mas não consegue tirá-los da cabeça
  • Intestino solto em determinadas situações
  • Sintomas semelhantes à Labirintite
  • Piora importante no dia seguinte a beber muito álcool




2) Comportamentos bem comuns em quem sofre de Ataques de Pânico ou Transtorno do Pânico:
  • Medo de "voltar a sentir medo". Muitas vezes o simples pensamento de entrar num avião ou passar ao lado de um abismo já desencadeiam a crise
  • Num cinema ou teatro sentar na ponta da fileira, não no meio
  • Num restaurante sentar perto da saída
  • Não trancar a porta quando vai ao banheiro
  • Passar por cardiologistas, clínicos, hospitais, laboratórios, etc., com todos os exames normais, a não ser, com certa freqüência, um Prolapso de Válvula Mitral, que os cardiologistas não consideram patológico




3) Desenvolvimento de fobias:
Após ter tido muitos ataques, a pessoa pode não sentir mais os sintomas físicos mas continua com medos que ela sabe que não são lógicos. Alguns exemplos desses medos:
  • dirigir (principalmente em congestionamentos, túneis ou estradas)
  • ônibus, metrô, avião
  • participar de reuniões
  • viajar
  • ficar sozinha ou de sair sozinha
  • ficar em lugares com muita gente como Shopping, cinema, restaurantes, filas, elevadores
  • lugares muito abertos e vazios
  • dormir, quando a pessoa teve crises noturnas
  • Comer, quando teve sensações de engasgar
  • Uma forma mais específica dessa Ansiedade se chama Fobia Social ou Transtorno de Ansiedade Social e se caracteriza por crises de ansiedade em situações como por exemplo reuniões, apresentações, discussões com superiores, assinar algum documento, cheques ou mesmo levantar uma xícara de café em público.




4)  Causas mais comuns da Síndrome do Pânico ou Transtorno do Pânico  (é comum uma combinação de mais de uma causa):
  • Psicológicas (são as mais comuns): reação a uma fase de Stress ou a umasituação difícil cuja solução é igualmente difícil.
  • Experiência traumática por exemplo assalto, seqüestro, acidentes, doença grave. Essa forma mais específica de distúrbio de ansiedade se chama Transtorno de Stress Pós Traumático.
  • Físicas: alguns medicamentos (principalmente anfetaminas), drogas (maconha !), abuso de álcool.
  • Genética familiar de Pânico, Depressão, DOC, TAG, PTSD, TDAH, etc. Atenção: predisposição genética não quer dizer hereditariedade. Ou seja, Pânico não passa de pai para filho, não se preocupe.
  • Sem nenhum motivo (bem mais raro).




5) O tratamento consegue:
  • Acabar rapidamente (horas ou pouco dias) com os sintomas físicos. A Psicoterapia nessa fase ajuda muito pouco.
  • Acabar as fobias. Nesta fase o tratamento mais eficaz é uma combinação de medicação com Psicoterapia (que aliás nem sempre é necessária) para ajudar o paciente a mudar de atitudes, sair de situações difíceis e principalmente ver os problemas com mais objetividade, ficando portanto mais fáceis de serem resolvidos.
    


  6) Para a família:
A família sofre porque não consegue ajudar e sobrecarrega o paciente porque vê a pessoa passar por cardiologistas, clínicos, neurologistas, gastroenterologistas, otorrinolaringologistas, etc., fazer exames, tomar calmantes, estimulantes e vitaminas sem melhora. Então começa a dizer que é fita, "frescura", falta de força de vontade, de coragem, e começa a dar palpites para você "se ajudar" "se animar" "reagir" e etc., como se você não soubesse de tudo isso...
Sofrer de Pânico não tem nada a ver com personalidade forte ou fraca, com a pessoa ser ou não corajosa.






7) Observações:
  • Existem alguns casos em que o primeiro remédio não produz resultado. Isso não quer dizer  caso grave e nem incurável.. Em geral basta trocar a medicação.
  • Mesmo que você já esteja se sentindo bem, não interrompa a medicação. Interromper a medicação antes da hora significa quase sempre uma recaída.
  • Ela é benigna e curável, quase todos os sintomas podem desaparecer nas primeiras horas de tratamento, porem ela é muito "teimosa" e o tratamento de manutenção é longo. Evidentemente que sem sintomas, mas com a manutenção da medicação.
  • Ela pode reaparecer sim, mesmo que os problemas tenham acabado.
  • Durante o Pânico a pessoa pode passar por fases de depressão. Isso não quer dizer que sofra de duas doenças.
  • Algumas pessoas com Pânico têm receio de fazer ginástica. Pelo contrário, um bom condicionamento físico é importante, ainda mais para quem está sujeito a ter crises de taquicardia.
  • Yoga, meditação, massagem de relaxamento: sempre ajudam.
  • Diminuir álcool e cafeína (café, chá preto, chá mate, refrigerantes) sempre ajuda.


    Texto Retirado do site http://www.mentalhelp.com/panico.htm


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Doença Psicossomática



O que é Doença Psicossomática?

O estudo dos problemas psicossomáticos é uma especialidade da medicina e da psicologia que lida com a relação entre uma doença somática, do corpo e a sua origem emocional, psicológica, onde o corpo e a mente são estreitamente ligados entre sí. O objetivo principal da medicina psicossomática é o estudo do homem como uma espressão da união psico-fisica, levando este conceito na interpretação da doença, do seu diagnóstico e da sua cura. As áreas de atuação da psicossomática são principalmente sobre stress nas suas várias manifestações e traumas fisicos, psíquicos e sociais.


A Psicossomática e Sua Evolução

Uma das evoluções mais promissoras da pesquisa em psicossomática nos últimos 30 anos, graças tambem ao desenvolvimento de novas tecnologias bio-médicas, é a psico-neuro-imunologia, que tem como objetivo esclarecer a relação entre o funcionamento psicológico, a secreção de neurotrasmissores e hormônios e o funcionamento do sistema imunológico. Alguns estudos demonstram que tambem uma simples frustração do dia a dia pode ter efeitos sobre as funções psicossomáticas e imunológicas. Os pioneiros das pesquisas em psicossomática são o casal Kielcot-Glaser que a teorizaram no seculo XX.
Conhecer a psicossomática significa ter uma interpretação das doenças através da visão simbólica do homem, através da visão simbólica das doenças, onde mente e corpo representam uma união indivisível; isto permite entender os diságios que afligem a sociedade moderna, melhorando o comportamento terapêutico na solução das causas e dos efeitos dos males que acometem o “homem moderno e psicossomático”.
Quem sofre de um problema de origem psicossomática passa mal, vive mal, prejudicando todos os aspectos físicos, emocionais, socias nos quais está envolvido.


Tratamentos para Psicossomático

Muitas vezes o médico e o paciente ficam frustrados depois de um exame clínico ou especialistico, porque a queixa não confere com a evidência do exame, começando assim uma peregrinação em vários consultórios médicos e psicológicos com um evidente desgaste por parte de todos os envolvidos. O tratamento com hipnose dinâmica se coloca como uma válida alternativa para ajudar o paciente a resolver o problema psicossomático que o aflige.
Através da hipnose dinâmica o médico e o paciente juntos, vão poder acessar a parte mais escondida do inconsciente, liberando tudo o que nela está preso, conseguindo encontrar as respostas para as dúvidas que até então aumentavam o desgaste, a tensão e a ansiedade do paciente. Os resultados obtidos são extremamente favoráveis à abordagem com hipnose para os problemas de ordem psicossomático: a melhora do paciente é evidente, tanto do ponto de vista emocional como físico. Além de se sentir melhor e demonstra-lo efetivamente, os pacientes recorrem menos aos médicos e aos serviços de saúde (primeiros socorros, intenações hospitalares, etc.), reduzindo o custo social destas doenças.



*Dr. Leonard F. Verea

Médico psiquiatra pela Faculdade de Medicina e Cirurgia de Milão, Itália, especializado em Medicina Psicossomática e Hipnose Clínica, é presidente da Sociedade Brasileira de Hipnose Clínica e membro da CID CNV Istituto di Psicologia Analogica e di Ipnosi Dinamica, SIMP - Societá Italiana di Medicina Psicosomatica, Roma-Italia, The International Society for Medical and Psychological Hypnosis, New York-EUA, ABMP - Associação Brasileira de Medicina Psicossomática e a Sociedade Brasileira de Hipnose.


Instituto Verea

O Instituto Verea dedica-se ao atendimento clínico, individual e em grupo de pessoas para a melhora e a cura de distúrbios de origem psicossomática como fobias, medo de dirigir ou de andar de avião, síndrome do pânico, tabagismo, drogas, álcool, problemas sexuais, entre outros e presidido pelo Dr. Leonard F. Verea.


Mais informações www.verea.com.br